Era de noite e ela fazia o seu simples ritual, se pudermos chamar assim, olhava para o céu com a certeza que a ia encontrar, percorria o quintal de uma ponta a outra com a esperança de a encontrar, mas ela esquecia-se que nesse dia não a podia encontrar. O céu estava coberto de nuvens, via-se uma luz por entre elas mas não se via o que era mais importante, mas ela nunca perdera a esperança.
Dentro de segundos o céu encerrou por completo e ela desistira nesse dia de a encontrar mas ela sabia que o dia a seguir podia ter sorte, bastava o tempo colaborar com ela.
Então assim fizera, todos os dias saia para a rua à procura dela com a esperança que sempre teve. Mas até então ainda não a tinha visto, exausta com a procura tomou uma decisão. A partir desse dia deixara de fazer o que sempre fizera, vira que aquela busca era inútil e que não a iria conseguir vê-la ou mesmo alcança-la.
Então assim foi!

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